13 julho, 2017

Dez maneiras de fazer a diferença em 2017-18

Fazer a diferença é uma expressão que ouvimos muito no Rotary, pois representa não só as oportunidades que temos, mas aquilo que já fazemos. Como lema de 2017-18, o presidente do RI, Ian Riseley, escolheu “O Rotary Faz a Diferença”. Tendo como base seu compromisso de Dar de Si Antes de Pensar em Si, cada clube e rotariano deve decidir que tipo de diferença deseja fazer em sua comunidade e no mundo todo. Veja, a seguir, algumas ideias:

  • Apoie a iniciativa de erradicação da poliomielite organizando um evento em comemoração ao Dia Mundial de Combate à Pólio, e cadastre seu evento em https://www.endpolio.org/pt/register-your-event. Saiba mais em endpolionow.org/pt.
  • Identifique uma necessidade da sua comunidade e desenvolva um projeto financiado por Subsídio Distrital ou Global para solucioná-la.
  • Motive jovens líderes a se envolverem em nossos programas pró-juventude, como o Interact, Rotaract, RYLA e Intercâmbio de Jovens.
  • Faça uma doação à Fundação Rotária. As contribuições fornecem milhões de dólares para subsídios que apoiam nossos serviços humanitários em todo o mundo. Saiba mais em http://www.rotary.org/pt/give.
  • Participe da Convenção do Rotary de 2018 em Toronto, Canadá, para se conectar com associados de todo o mundo. Inscreva-se em riconvention.org/pt.
  • Use os recursos do Brand Center (www.rotary.org/brandcenter) em suas comunicações e materiais para divulgar nossa organização e motivar outras pessoas a se juntarem a nós.
  • Conheça outras pessoas que compartilham dos mesmos interesses que você através de um Grupo de Companheirismo ou Grupo Rotarianos em Ação.
  • Plante de uma a três árvores para cada associado do seu clube entre agora e o Dia Mundial da Terra, 22 de abril de 2018, ou realize um projeto ambiental.
  • Realize um fórum ou seminário sobre assunto relevante à comunidade, destacando como seu clube reúne pessoas em busca de soluções.
  • Promova a paz e forme novos líderes, patrocinando ou recebendo um estudante do Intercâmbio de Jovens, ou financiando um participante em evento RYLA.
  • Fonte: Vozes do Rotary - 07/06/2017

    09 julho, 2017

    Combate à dengue, zika, chikungunya e outros mosquitos transmissores de doenças

    No último dia 27 de junho de 2017 o Rotary RJ Ilha do Governador promoveu em sua reunião plenária palestra sobre o Projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, a exemplo do que já havia ocorrido durante a realização da XXVII Feira da Saúde e Cidadania. 
    O Projeto vem sendo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz, desde 2012 e, agora, está sendo aplicado nas cidades do Rio de Janeiro e Niterói. 
    A preocupação do Rotary RJ Ilha do Governador com a saúde e o bem estar da comunidade insulana é constante. Com o intuito de esclarecer a população sobre iniciativas globais que estão ocorrendo visando o combate à proliferação dos mosquitos transmissores de doenças, divulgamos o documentário produzido e exibido pelo Discovery Channel, mostrando o que está ocorrendo em âmbito global, buscando o combate efetivo aos mosquitos. 
    Cientistas ao redor do mundo estudam maneiras de exterminar populações inteiras de mosquitos responsáveis pela transmissão de doenças muitas vezes fatais, como a febre amarela, dengue, malária e zika. 
    O documentário citado pode ser visualizado no link apresentado a seguir. Solicitamos a todos que o divulguem entre as pessoas mais próximas, no sentido de que haja uma real conscientização para o que ocorre no mundo.

    07 julho, 2017

    Você sabe como surgiu o Ano Rotário?

    Inicialmente, o ciclo administrativo do Rotary compreendia o período entre as Convenções Internacionais
    Hoje em dia é comum nos referirmos ao ciclo de uma gestão no Rotary como ano rotário, mas muitos têm curiosidade de saber como isso foi definido. Inicialmente, o ano fiscal do Rotary foi determinado para compreender o período entre as Convenções Internacionais. Assim, o primeiro período teve começo após o término da convenção de 1910, realizada em Chicago no dia 18 de agosto, e terminou em 21 de agosto de 1911, primeiro dia da Convenção de Portland.
    O período seguinte, 1911-12, foi de 21 de agosto de 1911 a 9 de agosto do ano seguinte, início da Convenção de Duluth. Nesta mesma convenção de 1912, o Conselho Diretor da então Associação Internacional de Rotary Clubs reuniu-se e decidiu pela realização de uma auditoria nas suas finanças. O relatório dos auditores, publicado em março de 2013, recomendou que a Associação terminasse aquele ano fiscal em 30 de junho, o que daria tempo para que o secretário geral e o tesoureiro preparassem um relatório financeiro a ser apresentado ao Conselho e à convenção.
    A mudança também daria tempo para que o secretário geral divulgasse as estatísticas referentes ao número de associados, permitindo a definição, com a devida antecedência, do número de delegados por clube. É importante lembrar que naquela época as convenções eram normalmente realizadas nos meses de julho ou agosto.
    Documentos alterados
    A mudança foi efetivada na reunião do Comitê Executivo de abril de 2013, fazendo com que o ano fiscal de 1912-13 – e todos os seguintes – passassem a se encerrar em 30 de junho. Os estatutos e regimentos do Rotary foram devidamente alterados. A novidade facilitou ainda a definição dos prazos para os relatórios periódicos dos clubes e respectivos pagamentos das per capita. Até a revista do Rotary, The Rotarian, alterou a numeração de suas edições, iniciando o volume cinco em julho de 1914.
    As convenções continuaram a ser realizadas em julho ou agosto, até que a convenção de 1916, em Cincinnati, aprovou a Resolução N° 15, que transferia o evento para junho, tendo em vista que em julho e agosto o clima era muito quente nos EUA (naquela época o ar condicionado ainda não era tão comum!).
    A primeira vez que o termo Rotary Year (ano rotário, em inglês) apareceu definindo o novo período administrativo do Rotary foi na revista The Rotarian de julho de 1913 (página 9).

    * Fonte: site do Rotary Global History Fellowship - Revista Rotary Brasil - 04/07/2017
    ** O autor é Eduardo Muniz Werneck, governador 2010-11 do distrito 4670, associado ao Rotary Club de São Leopoldo-Leste, RS (distrito 4670), e organizador do livro 1936 – O ano em que o Brasil conheceu Paul Percy Harris, que pode ser adquirido pelo e-mail cdpi@revistarotarybrasil.com.br

    01 julho, 2017

    Cada um com sua marca

    Desde 2013 com a nova marca do Rotary International, os clubes, os distritos e a própria organização mundial, passaram a ter marcas próprias, ou seja, a relação com a comunidade passou a ser mais direta, e agora se sabe quem faz o que. Considero interessante esta questão, pois, se o rotariano desconhece o que é Rotary e o que ele faz, a comunidade então, nem se fala, já que fica na dependência da atitude do rotariano em mostrar e explicar o que é a organização mundial.
    A partir de agora com marcas distintas, o rotariano saberá distinguir o que cada um faz. Acredita-se que desta forma o relacionamento com a comunidade será melhor e maior. Quando se olha a marca do Rotary, pura e simples, com a roda rotária e a palavra Rotary, sabe-se que se trata do Rotary International. Quem esteve na convenção em São Paulo, percebeu que todas as marcas eram esta, afinal, era um evento mundial do Rotary e não de um clube, de um distrito ou até mesmo de um País.
    Quando um clube promover uma atividade na cidade, seja ela qual for, é preciso colocar a marca do clube e não do Rotary International, até mesmo pelo fato de se tratar de uma ação pontual do clube e não da organização mundial. Isso precisa ficar claro para os rotarianos. Quando colocar a marca própria do clube, a identidade com a comunidade será maior e direta. As pessoas passarão a enxergar o Rotary como sendo algo da própria comunidade, e não de um País distante que “utilizaria” dos recursos locais, para extrair dinheiro para a sede em outro País. O rotariano sabe que isso não é verdade, e que tudo que é captado no Brasil é utilizado no Brasil e ainda vem uma boa parte de recursos financeiros do exterior.
    Os governadores e as ações coletivas passaram a ter uma identidade visual, com a marca própria do Distrito. Isto quer dizer que as atividades do governador distrital como: conferências, seminários, interclubes, interdistritais e tudo mais, passaram a contar com a marca do distrito, e certamente, tendo uma visibilidade específica sobre o que é ação do distrito, do clube e do Rotary International.
    Os programas desenvolvidos pelo Rotary e pela Fundação Rotária, passam a ter um modelo de marca, ou seja, utilizando da “marca base”, os programas são apresentados com a cara do Rotary.
    Não nos cabe discutir ou polemizar se a marca deveria ser assim ou de outro jeito. Cabe-nos a utiliza-la da melhor maneira correta e dentro dos padrões do Rotary International. Por ser jornalista e trabalhar muito com as mídias sociais, tenho verificados erros e acertos em todo o Brasil, e em muitos outros clubes do exterior. Os amigos rotários mais próximo até me apelidaram de “caçador de marcas”, de tanto que mostro os erros e acerto das marcas de clubes e distritos, pelas redes sociais.
    O importante é que cada rotariano preocupado com a marca do próprio clube, entre no portal do Rotary ( e no Brand Center  para produzir a marca corretamente com a fonte correta, tamanho correto, espaço correto e o alinhamento devido. Muita gente mexe na marca utilizando fontes e tamanhos indevidos. Isso não pode. Marca é como assinatura não se pode alterar, e diga-se de passagem, a nossa marca é muito inteligente, em todos os sentidos. Alguns podem não gostar desse ou daquele tom, mas que a nova marca nos aproximou mais da comunidade, disso eu não tenho dúvidas.
    Fonte: Márcio Cavalca Medeiros é coordenador nacional de Imagem Pública do Rotary para as Zonas 22A e 23A. Seu e-mail é márcio@medeiros.jor.br.

    29 junho, 2017

    Projeto Eliminar a Dengue - Desafio Brasil

    A Fundação Oswaldo Cruz vem desenvolvendo desde 2012 o Projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil.
    O Rotary RJ Ilha do Governador, preocupado com o adequado atendimento à comunidade insulana, recebeu na terça-feira, 27 de junho de 2017, equipe da Fundação Oswaldo Cruz que fez apresentação do Projeto, visando o engajamento do clube.
    O Projeto, sem fins lucrativos, tem sua origem na Austrália e vem sendo aplicado em diversos países tais como Austrália, Indonésia, Vietnã, Colômbia, Índia e Brasil.

    A proposta do Projeto é reduzir a transmissão dos vírus da dengue, Zika e chikungunya pelo mosquito Aedes aegypti, de uma forma segura e sustentável.

    O Projeto utiliza uma bactéria, chamada Wolbachia, naturalmente presente em cerca de 60% dos insetos. O método não usa nenhum tipo de modificação genética.

    Os cientistas comprovaram em laboratório que, quando a bactéria Wolbachia está introduzida no Aedes aegypti, o mosquito perde a capacidade de transmitir essas doenças.

    Projetos-piloto
    Durante os projetos-piloto os mosquitos com Wolbachia foram liberados de forma programada pela equipe do Projeto. Ao se reproduzirem com os Aedes aegypti existentes no local, os filhotes já nascem com a bactéria Wolbachia, o que garante a autosustentabilidade do método.

    Veja abaixo imagens ilustrativas sobre o método utilizado no Projeto.
    No Brasil, os bairros de Tubiacanga (Ilha do Governador - Rio de Janeiro) e Jurujuba (Rio de Janeiro - Niterói) receberam os projetos-piloto do Eliminar a Dengue: Desafio Brasil. Agora, o Projeto expande suas atividades para outras áreas desses municípios, até atingir um contingente populacional em torno de 3 milhões de habitantes.
    Caso você tenha interesse em conhecer mais a fundo este Projeto de grande interesse para a população, consulte o site do Projeto e confira as informações e método utilizado, em desenho animado, no endereço www.fiocruz.br/eliminaradengue, ou consulte apelo email eliminaradengue@fiocruz.br. 
    Caso queira agendar uma apresentação do Projeto use o email acima, ou os telefones 21-3882-9265, ou 21-99643-4805 (Whatsapp), com atendimento de segunda a sexta-feira, da 09:00 horas às 12:00 horas e das 13:00 horas às 17:00 horas. Poderão ser feitas ligações a cobrar.

    05 junho, 2017

    Mensagem do Presidente de Rotary International Ian Riseley - Junho 2018

    Há 60 anos a escolha do lema tem sido o privilégio, e por vezes o desafio, de cada novo presidente de Rotary. Um olhar sobre os lemas anteriores nos permite abrir uma janela para o pensamento e visão de cada líder – como eles enxergavam o Rotary, o espaço que visualizavam para o Rotary no mundo, e o que esperavam que o Rotary pudesse alcançar.
    Quando chegou minha vez de escolher um lema, eu não hesitei. Eu sabia imediatamente que nosso lema para 2017-18 seria O Rotary Faz a Diferença. Para mim, essa pequena frase descreve não apenas o que fazemos agora, mas também o que almejamos fazer. Queremos fazer a diferença. Nós nos esforçamos para ajudar, para causar impacto, para tornar o mundo melhor.
    Nos últimos dois anos, tenho visto diversas formas de como o Rotary está fazendo exatamente isso. Na Califórnia, depois dos incêndios naturais devastadores, vi rotarianos Fazendo a Diferença para aqueles que haviam perdido tudo. Na Guatemala, vi a diferença que simples fogões a lenha estão fazendo na vida de mulheres: elas agora não mais aspiram fumaça enquanto cozinham, e estão usando os fogões para iniciar pequenos negócios. Em Israel, visitei um centro hiperbárico apoiado pelo Rotary, que está ajudando pacientes que sofreram AVC e danos cerebrais a terem uma vida saudável e produtiva novamente. Em comunidades por todo o mundo, os rotarianos estão Fazendo a Diferença reassentando refugiados, imunizando crianças, garantindo suprimento seguro de sangue, e ajudando jovens a aprender e prosperar.
    No mundo todo, tenho sido parte do compromisso dos rotarianos de plantar árvores. Enquanto essa edição da revista The Rotarian está sendo impressa, ainda estamos aguardando a contagem final de árvores plantadas, mas tenho o prazer de anunciar que já ultrapassamos nosso objetivo inicial de 1,2 milhão de árvores, ou seja, uma nova árvore para cada rotariano. Em todo o mundo, o Rotary continua promovendo, levantando recursos e apoiando a eliminação da pólio. Ano passado, o vírus selvagem causou apenas 22 casos de paralisia, e em apenas dois países. Estou confiante de que esse número em breve será zerado, e iniciaremos uma nova fase na linha do tempo da erradicação: a contagem regressiva, de no mínimo três anos desde o último registro de transmissão pelo vírus selvagem, para a certificação de um mundo sem pólio.
    No nosso retorno para casa, na Austrália, Juliet e eu guardaremos doces lembranças dos lugares que visitamos, dos amigos que fizemos e do serviço que presenciamos. Muito obrigado a todos vocês pelo incrível trabalho que estão realizando animados pelo lema O Rotary Faz a Diferença.

    Referência: My Rotary - Rotary International

    25 maio, 2017

    XXVIII Feira da Saúde e Cidadania

    O Rotary RJ Ilha do Governador realizou este ano a XXVIII Feira da Saúde e Cidadania associada com a celebração do Rotary Day, nas dependências da ACM - Unidade Ilha do Governador e com a parceria sempre presente da SOMEI - Sociedade dos Médicos da Ilha do Governador.
    O evento oferece à comunidade insulana uma série de serviços na área de saúde e cidadania, quando são realizados exames imediatos na área de saúde e oferecidos diversos serviços de interesse do cidadão.
    Este ano a frequência à Feira foi superior à do ano passado, em 79%. A estatística do evento deste ano apresentou números bastante animadores, conforme pode ser observado a seguir: exame de glicose = 300; adoção de gatos = 3, do total de 5 oferecidos; vacinação contra gripe = 190; procedimentos REIKI = 120; orientação jurídica, pela OAB - Ilha do Governador = 25; escovação dentária e orientação = 301; aplicação de Fluor = 301; distribuição de escovas de dente = 301; atendimentos oftalmológicos = 80; consulta sobre emprego e documentos = 98; massoterapia = 45; orientação sobre amamentação e câncer, UERJ = 90; vacinas de gripe = 190; pintura em crianças = 60; auriculoterapia = 52; corte de cabelo = 168; aferição de pressão arterial = 230; podologia e massagem = 25; orientação médica = 32; orientação sobre mosquitos, pela FIOCRUZ = 120; recreação infantil = 110; fibrose cística, folhetos = 400; escoteiros, apresentação de apetrechos = 45.
    Durante o evento aconteceram 3.179 ações para um público estimado de 2.500 pessoas, superando em 79% o número atingido no ano passado, tendo sido,ainda, oferecidos 80 almoços aos 120 voluntários que participaram do evento.
    Na ocasião estiveram presentes 16 Rotarianos: Carlos Roberto, Anibal Fernandes, Armando Faria, Elise Nogueira, Hélio Capella, Carlos Felipe, Luiz Carlos Dias, Marcos Alves, Paulo Pires, Sergio Fabri, Sylvio Regalla, Sylvio Regalla Junior, Francisco de Jesus, Eunice Caldas, Sebastião Cony e Suzzette Pires. 
    Colaboraram para o sucesso da XXVIII Feira da Saúde e Cidadania: TECNIM Escola Técnica, Embeleze, CMS Necker Pinto, Laboratório Sergio Franco, Laboratório Bronstein, HU Pedro Ernesto, Universidade Veiga de Almeida, FIOCRUZ, OAB - ILHA, Ilha Notícias, UNISUAM, Projeto Ajuda Animal - Ilha, Podologia Nossos Pés, HSE Oftalmologia, SM de Trabalho e Emprego, Tio Cado, REIKI, Sub-Prefeitura da Ilha.
    A seguir, imagens do evento.
      
      
      
      
      
      
      
      

    Boletim Semanal nº 41 - Período 2025-2026

    Apresentamos o Boletim Semanal n.º 41, do Período 2025-2026. Para leitura completa, clique na imagem abaixo.